quinta-feira, 28 de abril de 2011

As Segundas-Feiras Tornam-se Desejadas Perto Dos Domingos.

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E aos domingos sobra-se chuva, sobram-se as horas.
Sobra sol, sobra pipoca e filmes.
Sobra lua, sobra o silêncio.             
Sobram cervejas, sobram lençóis e sobra edredom.
Sobra cama.
Falta...

Bento.

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quarta-feira, 27 de abril de 2011

DAS CINZAS

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Homens pensantes que acabam por não pensar nada
Pagos por ti que por ti só lhe jogam migalhas
De todos teus tesouros lhe roubam o que tens de melhor
De dignos onipresentes as delinquentes, menor ou maior
Raríssimos detalhes me fazem tentar acreditar
Que das cinzas virá o homem que levará suas crianças a lutar
A criar, demonstrar e sustentar suas idéias
Pois assim conhecerás a verdade e igualdade eterna
Aqueles que fazem do povo teu sustento particular
Pagarás com a liberdade
E ao povo renegarás.

Bento.

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segunda-feira, 25 de abril de 2011

PÉSSIMO MENTIROSO

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Percebi que sou péssimo com disfarces.
Tão ruim que numa festa a fantasia escolheria ir de Adão.
Por mais que eu tentei disfarçar e achava que estava indo bem na minha mentira fui desvendado como um mágico pego no seu truque. Ao me sentir desmascarado em praça pública percebi que todos já sabiam sobre minha verdade, menos eu.

A multidão ao me olhar e apontar o dedo em direção a minha face soube dizer sem mesmo me perguntar tudo o que eu precisava e eu ali fingindo não saber do que eles estavam falando e me acusando. Eu ali brigando por minha defesa usando argumentos que eu mesmo não acreditei para fazer com que eles acreditassem que eu estava “muito bem, obrigado!”

Sou muito bom em argumentos, mas minha face fez questão de me desmentir a cada palavra pronunciada e eu ali usando argumentos para me fazer acreditar do que todas as outras pessoas já tinham lido nas entrelinhas das minhas feições e atitudes.

Assim percebi que sou um péssimo mentiroso, mas consegui me enganar quando pensei que só eu tinha conhecimento da minha necessidade de me tornar plural.



Bento.

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"O Tempo é um sacana que morde e assopra!"


Bento.


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sábado, 23 de abril de 2011

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“Mas se todos os caminhos levaram ao mesmo lugar faço o que com essa liberdade que me sufoca?”

Bento.

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“Libertinando o tédio chego à conclusão que tudo é tão mais monótono agora.”

Bento.

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"Somos só eu, você e o copo, mais a literalidade do sofrimento."

Bento.

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CÂNCER.

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Saia da minha frente que eu não aguento mais
Eu juro jamais querer voltar te ver
Aqueles bons tempos já não voltam mais
Hoje só quero me curar de você
Você é o câncer da minha vida que me fez murchar
Milhares quimioterapias não vão me curar
Dessa sua covardia de me acusar
Que é tudo culpa minha desse fim chegar

Bento.

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terça-feira, 19 de abril de 2011

Mini Série: O Bilhete( Capítulo II). Cheiro de Tangerina.

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Oi tudo bem?

Ao avistar a garota sentada ao seu lado no vagão do metrô Jaime não pôde conter a voz.
Se arrependeu no instante seguinte, poderia ter sido mais original. Tudo bem? Você nem a conhece apesar do feitiço que seus cabelos causaram, tanto que do alto de sua timidez Jaime sem poder se conter falou com uma garota estranha.
A garota em dúvida se respondia ou se tentava lembrar-se de onde conhecia o garoto que a cumprimentava no vagão, olhava o menino assustado, de óculos redondos e cabelo alinhado tentando recordar, mas a memória nunca foi seu forte. Julia percebeu que o menino parecia esperar alguma resposta, mas com um olhar distante como se estivesse pensando na próxima coisa a dizer, a garota então responde apenas com um: - Oi.

Jaime agora já com a face rubra pensando na resposta seca da garota tem vontade de correr dali, descer na próxima estação e andar os cinco bairros que ainda faltavam para chegar em casa refletindo e se alto flagelando por ter sido tão estúpido, de não ter nada mais original para dizer para uma garota tão linda, ele ficara tão nervoso na presença de tanta beleza que se sentia envergonhado.
Como não disse mais nada a garota virou o rosto olhando para a janela e o túnel escuro.
Julia continuava olhando o garoto pelo reflexo do vidro tentando ainda se lembrar de onde conhecia o garoto que falara com ela, ele até que era bonito, deveria se lembrar. Pensou em perguntar, mas achou que seria indelicado perguntar uma coisa dessas e revelaria sua memória imperfeita.
O metrô chegou à próxima estação e Jaime iria se levantar e sair, mas resolveu ficar. Ele já tinha começado aquilo mesmo, iria até o final, pois não tinha nada a perder.
- Desculpe te incomodar eu sei que você nem me conhece e não quero parecer inconveniente, eu não costumo falar com pessoas desconhecidas no meu caminho para casa. Também sei que você deve ouvir isso frequentemente, mas você é terrivelmente linda!

Droga, droga e droga. Terrivelmente linda? Falou besteira de novo. Jaime agora queria se jogar no trilho para não ter que ficar ali. Como pode ser tão desastrado falando com uma garota? Queria costurar a sua boca e nunca mais falar com ninguém.
Julia parecia ler os pensamentos de Jaime e pensava também na frase que acabara de ouvir. Terrivelmente linda? Isso era bom ou ruim? Definitivamente nunca ninguém tinha lhe dito isso. Será que era um elogio? Resolveu perguntar:- Terrivelmente linda? Como assim? Isso é bom?
Jaime não pôde conter o sorriso. Um riso mais de nervoso do que de alegria, mesmo assim estava feliz por pelo menos ter chamado a atenção da garota. Nem mesmo Jaime sabia de onde vieram aquelas palavras, mas sentia que era do fundo da alma.

- Você é terrivelmente linda porque fez uma pessoa como eu passar por cima da minha timidez e tomar coragem para puxar assunto com você.
Tão terrivelmente linda que fez de uma viagem qualquer de volta para casa um dia excepcional e inesquecível. Tão terrivelmente linda que me fez imaginar um futuro ao seu lado antes mesmo de falar com você e me fez imaginar chegando do trabalho com uma flor escondida nas costas só para poder ver seu sorriso de surpresa e me agradecer com beijos doces por todo o meu rosto.
Terrivelmente linda porque você me faz sentir calor até num dia de frio como este e eu aposto que poderia fazer-me sentir frio caso estivesse um calor de matar, pois sua beleza angelical e seu cheiro de tangerina bagunçam meus sentidos.
Terrivelmente linda por que com você eu poderia enfrentar qualquer barreira, qualquer vilão de história em quadrinhos porque você me dá super poderes.
E eu poderia gritar aos quatro cantos do mundo que eu sou feliz com você ao meu lado num mundo onde poucas pessoas podem dizer isso com propriedade.

Os olhos de Julia se encheram de lágrimas enquanto ouvia as palavras do garoto que acabara de conhecer.
A voz metálica do operador do trem anunciava a chegada à estação Belém, exatamente onde Jaime deveria desembarcar. O silêncio tomou conta do casal durante alguns segundos quando Jaime colocou as mãos nos bolsos buscando algum pedaço de papel, retirou um pequeno bilhete que havia encontrado na máquina copiadora do escritório onde trabalhava, anotou o número de seu telefone, entregou-o para Julia e caminhou até a porta do trem. Antes de sair virou-se para Julia e disse:- Já estava me esquecendo. Meu nome é Jaime.
- O meu é Julia.
- Muito prazer Julia.

Quando a porta se fechou Julia ainda sentia seu corpo paralisado. Ela deveria ter ido junto com ele. Falar com ele em busca de respostas. Ela deveria ao menos ter dito alguma coisa diante de palavras tão lindas. Como pôde manter-se ali como uma estatua se seu coração pulsava e ardia como ela jamais tinha sentido antes? Logo ela que nunca conseguiu manter a língua dentro da boca como sua mãe mesmo dizia deixou as palavras fugirem.
Julia então olhou para o papel que tinha sido entregue por Jaime e viu o número de telefone, ficou mais aliviada, pois nem tudo estava perdido. Iria ligar para ele. Virou o outro lado de bilhete e sentiu toda aquela sensação novamente quando leu a frase escrita com letras de forma. Era a mesma frase que seu pai cantava para lhe ninar quando criança todas as noites até a data de sua morte. Julia agora era toda lágrimas e amor.

Bento.

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segunda-feira, 18 de abril de 2011

COLETIVA DE BLOGUEIROS

Coletiva de blogueiros na Saraiva Megastore do shopping Center Norte.








André sempre muito atencioso com todos sem diferença.

sexta-feira, 15 de abril de 2011

Mini Série: O Bilhete( Capítulo I). Abaixe a Música Pedro

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Esse é o primeiro capítulo de uma serie de textos que eu ainda não sei onde vai dar, mas para saber o final vocês vão ter que acompanhar para matar a curiosidade. Veremos...

Pedro debatia-se em forma de dança em seu quarto com o rádio ligado no ultimo volume.
Todas as reclamações dos vizinhos e os pedidos de sua mãe para evitar confusão não impediam o garoto de pular e dançar ao som de Camisa de Vênus, Raul Seixas, Titãs e etc. Pedro dizia que fora do horário da lei do silêncio ele poderia fazer o que bem entendesse.
Dentro então de direito que dizia ter ele continuava a pular, a dançar e tocar sua guitarra imaginaria com uma platéia de pôsteres em preto e branco que ocupavam todas as paredes de seu quarto e até as portas e janelas. Pedro havia escrito no teto os trechos das musicas que mais gostava, logo na entrada lia-se “Eu não cometo pequenos erros enquanto eu posso causar terremotos”. Na parte do teto logo acima da cama havia “Sonho que se sonha só, é só um sonho que se sonha só, mas sonho que se sonha junto é realidade”. As paredes do banheiro eram cobertas por jornais velhos e anúncios de shows antigos.
O menino com apenas 16 anos gostava apenas dos artistas que não pôde conhecer no ápice da fama, artistas da época de seus pais, mas amava imaginar-se num dos shows cantando e tocando com seus ídolos.
O curioso é que Pedro não teve seu gosto musical influenciado pelos pais, Dona Clô como era conhecida a mãe de Pedro gostava de Roberto Carlos. Desejava mais do que uma máquina de lavar nova, mais do que uma geladeira moderna, Dona Clô queria mesmo era um dia poder ir ver um show do Rei no navio e passar a noite ouvindo as músicas românticas que romperam as barreiras do tempo e fazem sucesso até hoje. Já Teotônio, seu marido, ou como os companheiros do dominó no boteco o chamavam, Seu Téo preferia ouvir os clássicos da moda de viola como Milionário e José Rico, Tião Carreiro e Pardinho e Tonico e Tinoco. Seu Téo ouvia as modas de viola no seu imortal toca fita que mantinha em seu caminhão enquanto cortava as estradas do país a trabalho.
Não se sabe explicar então do por que Pedro seguiu o caminho do Rock, mas qualquer um que passasse por perto de sua casa concordaria que o menino tinha muito  bom gosto apesar das caixas de som penduradas na janela para só de pirraça provocar sua vizinha Erundina, uma senhora evangélica que gritava aos quatro cantos do mundo que Rock é coisa do diabo e que o menino Pedro deveria ser levado a igreja com o intuito de ser salvo por Deus.
No intervalo de uma musica e outra, Pedro ouviu a campainha tocar.
Desceu as escadas do sobrado pulando de dois em dois degraus até chegar à porta, ao abri-la olhou para os lados e não avistou ninguém, apenas Caju o cachorro do Zé Henrique seu amigo de classe latindo e tentando alcançar seu rabo. Depois de dizer pelo menos três palavrões e quase fechando a porta novamente Pedro viu em cima do tapete com a descrição “Bem Vindo” um pedaço de folha de caderno rasgado sem capricho na tentativa de formar um pequeno quadrado, como um bilhete, de um lado estava em branco, mas ao virar Pedro leu a escrita em letras de forma com caneta esferográfica azul e sorriu.
Subiu as escadas para seu quarto até a gaveta do criado mudo em busca de cola para que pudesse colar seu pequeno pedaço de papel no teto junto com os trechos de musicas.

Bento.

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terça-feira, 12 de abril de 2011

Espelho Mentiroso.

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Minha vaidade existe, confesso.
Criado por duas mulheres, uma mãe e uma irmã, não poderia ser diferente.
Ao passar por qualquer espelho ou vidraça não me custa conferir minha aparência dos pés a cabeça.
Meu cabelo é o que mais dá trabalho.

Me chame de fresco se preferir, xingue minha mãe se quiser e ainda assim teremos um diálogo, mas isso acaba quando destrói meu penteado, não pelos outros, mas por mim.
Descobri em minha casa um espelho mentiroso, vejo-me diferente nele.
Ele sempre me passa uma imagem de esbelto escondendo o rosto amanhecido, até disfarça a ressaca.
O tal espelho foi apelidado de mãe por mim, pois como toda mãe acha seu filho o mais perfeito dizendo sempre que está lindo e bem alinhado.

Assim como não devemos confiar em mães sobre a beleza dos filhos, não cofio em meu espelho, no entanto sempre que brigo com minha auto-estima corro para lamentar-me em seus braços. Percebi que de fato meu melhor ângulo é sempre em sua frente, me faz fotogênico por inteiro.
Mas mesmo assim, mesmo com todo esse afago em meu ego concretizado por meu espelho nunca me vi tão belo quando refletido naqueles olhos de amêndoas que um dia mirava-me com desejo.

Bento.

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sábado, 9 de abril de 2011

Como Que Escreve AMOR?

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Tenho costume de ler ao ir e voltar do trabalho dentro do ônibus, sempre mantenho um livro na mochila para abreviar a viagem e não gastar o sono da noite, vou intercalando os melhores  livros e deixo os que menos me interessam para depois quando não houver opção, mas um em particular sempre se repete e nunca me canso dele.
Um dia desses peguei o livro de crônicas, já surrado e comecei a lê-lo e ao repeti-lo fiz de trás para frente , quando fui surpreendido por uma mulher sentada ao meu lado perguntando o porquê daquilo:
- Moço, me desculpe atrapalhar sua leitura, mas por que você começa a ler o livro pelo final?
Disse: - Não me incomoda de maneira alguma. Comecei a lê-lo pelo fim porque já o fiz três vezes e dessa vez resolvi fazer diferente para variar.
Percebi que é assim com o amor também, podemos nos reinventar e fazer com quê o mesmo conteúdo pareça diferente a cada dia. Tente beijar o amor como se fosse à primeira vez, com o mesmo carinho da primeira vez. Com o mesmo medo de não impressionar. Trate a saudade de horas como se estivessem passados anos e anos.
Afinal no amor quem vai escrever o final é você.

Bento.

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sexta-feira, 8 de abril de 2011

Dando de Ouvidos.

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Na mesa de bar rodeado de mulheres.
Via-se que qualquer homem ali presente já me odiava sem me conhecer, até os garçons me odiavam sem perceber.
Os músicos me odiavam em forma de canção.
Era possível ler os pensamentos através das feições, das rugas na testa, o ranger dos dentes misturava-se com o ritmo da musica, afinal: O que um moleque magricela como eu estaria fazendo numa mesa de bar com tantas mulheres?
Deixavam seus pares femininos a ver navios nas mesas, falando sozinhas para procurarem um motivo aparente para eu ser tão sortudo. O que eu tinha que eles ainda não possuíam?
Alguns pensavam: O que ele tem que eu ainda não comprei? O dinheiro em sua forma de sedução.
A maioria pensava: Preciso passar mais tempo na academia.
Alguns deles eu posso apostar que para diminuir o estrago da inveja machista que é normal nessa situação – a grama verde do vizinho parece sempre mais verde que a sua- diziam para si mesmo tentando em vão se convencer: Ele só pode ser gay!
Como na época da escola onde todo garoto que se infiltrava no grupo das luluzinhas era inevitavelmente eleito pela maioria, gay ou no português popular “Viado”, assim mesmo com “i” para não ser confundido com o animal. E em alguns casos era verdade. Eu mesmo compartilhava de tal opinião na época.
Só o que eles não percebiam é que não eram meus músculos que me ajudaram a estar naquela posição de macho alfa.
Muito menos eram meus carros importados e meu cartão de credito ilimitado que trouxeram tantas companhias femininas.
Definitivamente não era meu cargo influente na empresa que me garantiu um lugar naquela mesa. O que eu fiz para poder estar ali foi apenas abrir bem meus ouvidos, e prestar atenção ao desabafo feminino.
Pena para os bebedores de plantão presentes ali no bar que no meu caso eles estavam redondamente enganados, pois por mais sensível que eu possa ser. Por mais compreensível que eu procure ser. Jamais entenderei uma mulher como uma gay conseguiria. Mas não custa praticar...

Bento.

Dedica-se a: Jessica, Camila, Aline e Marcela.

terça-feira, 5 de abril de 2011

ISSO NÃO É UM PEDIDO DE DESCULPAS

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Isso não é um pedido de desculpas.
Não posso me desculpar por uma coisa que não tenho controle, não seja egocêntrica achando que o problema está em você, pois eu mesmo sou o primeiro a apontar meu dedo podre para o meu próprio peito a me acusar de imperfeito, de que não me alegro com nada mais. Jogo meus defeitos pelos ares para quem quiser pegar.
Não me faça sentir-me mais culpando vendo você procurando onde foi que errou.

O erro... Sou eu.
A culpa... É toda minha.
A culpa esta impregnada em minha carne como pulga em vira-lata, um não vive sem o outro. Como o cachorro eu tento me livrar dela, me mordendo, me coçando, me sacudindo, em vão...
Se quer saber, é melhor por a culpa toda em mim, me julgue, me maltrate, me ofenda, me agrida com seu desprezo, me ODEIE.
Eu não vou dizer que não mereço.

Se precisar de ajuda para isso estarei pronto a ajudar, e farei com prazer, pois eu domino a arte de me machucar. Posso contar coisas horríveis ao meu respeito para dar vazão aos seus sentimentos e agressões, assim assinarei embaixo tudo que disser.
Serei meu próprio carrasco bastará você me trazer a guilhotina e o resto é comigo.
E digo mais, no fim de tudo isso, quem saíra desapontado é o próprio autor, desapontando-se consigo mesmo, e eu aceito me enganar, mas nunca enganarei os outros, por isso junto minhas coisas, baixarei as cortinas e sairei do palco. Partindo sabe Deus para onde...

Bento.

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André Vianco (O Caso Laura).

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Eu fui selecionado para participar da coletiva de blogueiros com André Vianco, autor de livros como Os Sete, Sétimo, Bento, A Casa, Vampiro Rei Vol 1 e 2 entre outros, que acontecerá dia 10/04/2011 às 14h, na livraria Saraiva do Shopping Center Norte - SP. 
André ira lançar seu mais novo livro chamado O Caso Laura (vide book trailer).
Deixo claro que esse autor é e sempre será influenciado por André Vianco, logo é mais que uma honra poder participar do lançamento de um de seus livros que sem sombra de duvidas será tão bom como os outros.
Quero agradecer ao André e Andréia Melo pelo convite.







blog do André: http://blogdovianco.com/

Bento.

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sexta-feira, 1 de abril de 2011

Ajudem O Bento.

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Já ouviram a frase: Se a montanha não vai até Maomé. Maomé vai até a montanha?
É exatamente isso. Eu, Bento vou escolher alguns textos meus que publiquei no blog para publicar um livro do próprio bolso, um livro de crônicas, mas é claro que não teria graça nenhuma eu escolher os textos sozinho. Por isso peço a ajuda de vocês “Bentoólatras”.
Então tratem de entrar no blog e escolher alguns textos que vocês gostariam que estivessem neste livro, como? É simples. Entrem no blog e deixem um comentário (se você ainda não segue o blog, siga), ou podem me mandar no Grupo do facebook mesmo. (http://www.facebook.com/home.php?sk=group_159036960821611&ap=1.)

Obrigado.

Bento.

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Luto Literário

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Venho por meio desta, ou deste ou aquele outro, ou um pedaço de papel velho ou escrito no verso de obituário.
Informar que lamentavelmente mais uma voz literária se calou e mais um copo de cachaça sobrou... Ás 00:00 dia 01/04/2011 Bentoólico fechou seus olhos e de despediu da vida em um suspiro baixo, sem estardalhaço...
A morte veio, o levou pelo braço para um passeio ao luar sem chance de voltar, sem cor, sem flor, sem jeito.
Mas nem toda cachaça foi em vão, seu legado está ai, pra quem quiser ler, ver e ouvir.

Luto.

Ficará na lembrança.

Aline Peralta.

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